5 things

5 things | dia chuvoso em casa

20:51

Miau! O post de hoje foi feito especialmente para você que não tem vontade de fazer absolutamente nada em dias chuvosos (assim como eu). Ou para você que estava com tudo pronto para sair, se divertir, aproveitar o final de semana, ter um encontro e aí a bendita resolveu cair e te gongou*. Então eu resolvi fazer essa hashtag #5things (que eu não sei se existe ou não, mas deve existir rs) e montei uma listinha com coisas para fazer preparada com muito amor e carinho!



1. Assistir September Issue: É um documentário que fala sobre como a principal edição da Vogue é feita e mostra Anna Wintour em seu trabalho. O filme é muito inspirador e para quem gosta de moda tem muita coisa que vale a pena levar pra vida! Há quem diga que documentário é chato, com certeza ainda não assistiu a esse. Além de tudo isso, ainda mostra desfiles, as roupas das "Fashion Weeks", como são feitas as escolhas de capa da revista, como é o processo para tirar e selecionar as fotos dos editorias. É um documentário que prende a atenção e nos mostra porque Anna chegou e está onde está!

2. Separar inpirações no Pinterest: Nada melhor que ficar um tempinho marcando "pin". Se inspirar pra montar aquele look que é tendência, olhar tutoriais de maquiagem, ler um pouquinho sobre design, enfim, tudo tem nesse site! O legal é separar e tentar fazer depois, hein? Não só deixar online!

3. Escrever ou criar um blog: SIM! Vamos ser todas bem 'blogueyrinhas'. É muito legal ter um espaço só seu para falar sobre seus assuntos favoritos e isso independe de você ser famosa ou não. O maior é que o blog é super democrático e para criar um basta querer, não tem custo, não precisa comprar mil coisas se você não quiser. Há quem diga que é um setor saturado porque hoje em dia "todo mundo tem" e eu respondo, é a melhor parte! Sempre vai ter alguém com outro olhar sobre um assunto que está sendo muito comentado e vai te fazer pensar de outra forma.


4. Montar looks e fotografar: Esse é um dos itens mais legais para fazer! Tirar umas horas daquele dia que tem vários nadas para se fazer e separar seu looks favoritos, em seguida tirar fotos para não esquecer. Além de ser muito divertido esse processo, você consegue olhar o que realmente continua sendo interessante no seu guarda roupa, cria novas combinações e evita passar pelo estresse de "não ter nada para vestir" - por sinal eu preciso fazer isso novamente.

5. Fazer tutoriais de maquiagem: Aqueles mesmo que você salva e acaba esquecendo! Que tal arriscar fazer aquela make maravilhosa para arrasar nas festinhas? Dias de chuva são ótimos para tentar sem compromisso e descobrir quais são suas melhores habilidades e onde você precisa treinar mais. 

Nem preciso dizer que desses meu item favorito é o 03 <3 Por sinal, escrevi esse post em um dia chuvoso, melhor coisa para se distrair e divertir. Qual seu favorito? Me conte por aqui e acompanhem meu Pinterest e Instagram! Beijinhos, Juju xx
*gongou = nessa frase o sentido é de atrapalhou.

bahia

Vale do Capão | Diário da Viagem

12:20

Miau! Fui ao Capão no inicio do ano com meu namorado e um casal de amigos e, recebi algumas perguntas sobre onde ficar, quanto levar, o que fazer, onde comer... Então aproveitei para fazer o diário de viagem que não postei em janeiro e para falar algumas coisinhas sobre o Vale do Capão que fica na Chapada Diamantina, no subdistrito de Caetê-Açu, município de PalmeirasBahia



1. Como chegar: É possível chegar de ônibus ou carro. No meu caso foi de ônibus mesmo. Saí de Feira de Santana e foram aproximadamente 6h de viagem, a empresa foi a Rápido Federal. Chegando em Palmeiras é preciso pegar uma van até o Capão e foi R$15. A van deixou bem próximo ao local do chalé.
2. Onde ficar: Fiquei num lugar maravilhoso chamado Bela Vista do Capão, um chalé super charmoso e próximo da vila. Ficamos cada casal em um chalé, o valor depende de fatores como temporada - alta ou baixa estação -, se vai ter evento na cidade, etc. A cozinha vem toda equipada, pratos, panelas, geladeira, forno, liquidificador, cafeteira, microondas. Ou seja, só precisamos levar a comida, roupas e alguns itens de higiene pessoal, de resto pode acreditar que tem lá - até ferro de passar (!). Além de tudo isso, Ivan é um ótimo anfitrião.
3. Quanto levar:  Para 05 dias, uma média de R$40/dia por pessoa. Esse valor pode variar se você preferir pagar guia (o que não fizemos dia algum porque Dan conhecia os caminhos), se você quiser pagar os passeios - o da Pratinha estava com R$200 e alguma coisa, mas não deu para fazer -, se você almoçar/jantar fora todos os dias... Uma série de fatores. Lá os valores são bem amigos, com exceção das lojas de roupas.
4. O que fazer: ANDAR O DIA INTEIRO. E andar um pouquinho mais rs. Pelo o que vivi posso descrever o Capão como um lugar para quem realmente gosta de fazer trilha, andar nos matos e acabar o dia querendo dormir. Fiquei 5 dias (de 20 a 24 de janeiro) e aqui vai a aventura:





Espero que gostem muito do post de hoje e desculpa o sumiço! Eu demoro bastante porque só quero postar quando eu estou 100% feliz com o que produzi. Vou colocar mais algumas fotos no meu Flickr <3 Esse ano prometi que iria viajar mais, passear mais e o Capão ganhou um lugar especial no meu coração. Aguardo por vocês participando aqui nos comentários e no meu instagram, beijinhos! Juju xx!

bc

Transição Capilar | BC parte 3/3

23:20

Miau! Demorei para escrever a parte 3, mas tô aqui. Essa parte era pra ter sido a mais fácil de fazer, afinal, consegui passar por todo o longo processo que é a transição e realizei o BC. Porém, passou longe de ter sido a mais tranquila, são muitas emoções e lembranças. Quis fazer esse post como se fosse um bate papo mesmo, espero que gostem <3 



Continuando o post anterior, eu já estava com o cabelo quase todo natural quando resolvi fazer o BC. Ou seja, não precisei cortar tão curto assim, e o formato eu quis para o BC foi o fundo batidinho e a frente caída, como se fosse um franjão. Separei as 06 perguntas que mais me fazem:

1. Por que cortou? 
Essa pergunta vem sempre acompanhada por um "tava tão lindo", sim, estava mesmo. Resolvi cortar porque precisava passar pela fase do BC para me ver e reconhecer enquanto cacheada natural, meu cabelo ainda tinha resquícios de químicas, nas fotos ele estava mesmo muito bonito e parecia muito tratado só que não era bem assim. O cabelo estava poroso e as pontas não cacheavam de forma uniforme, estava também com várias texturas e assim a melhor opção era o grande corte.

2. Como foi a sensação de cortar?
Foi um choque. Cheguei super decidida no salão, quando lavei teve aquele sentimento de despedida e ao cortar fiquei sem saber como reagir. Estava super animada para ver o resultado final, sabia que seria algo forte para mim. Na hora que cortei me senti livre, lembrei das muitas coisas que já, lembrei de vários momentos da vida que envolviam questões além de cabelo, questões que envolvem auto estima. Então cortar foi de fato uma experiência intensa. 
(Na primeira foto claramente eu não estou muito feliz, a foto foi feita realmente no dia do BC em nov/2016 e na segunda eu nem queria ser fotografada)

3. Qual foi a reação? 
No primeiro momento eu amei, sai do salão apaixonada. Mas não levou 15min para me arrepender, no dia eu ainda ia em outro lugar, desisti. Foi um dia muito difícil para mim, não queria encontrar ninguém e fiquei assim por mais uns dois dias. Em seguida eu fui tentando me acostumar com minha imagem no espelho, que demorou bem mais de uma semana. Chorava demais, demais mesmo, até que um dia eu cai na real que não tinha mais volta.

4. Como fez pra se adaptar?
Comecei com a clássica faixa, colocava pra sair, isso me deixava mais confortável. Depois de uns dias passei a cuidar mais do cabelo, até porque ele curto fica bem mais fácil, muitas pessoas elogiavam, diziam como eu estou bonita e fui acreditando nisso. Cuidar do cabelo curto me ajudou muito, me fez me sentir melhor, percebi aos poucos que não era só o cabelo que me fazia feliz. O apoio da minha família e amigos também foi fundamental, graças a eles sai mais de casa e passei a gostar. 

(Essa fotos são recentes, do segundo mês com o BC. Agora já estou super adaptada com o que vejo e estou curtindo bastante meu curtinho! Nem parece mais que não gostei quando cortei)

5. Como está cuidando do cabelo?
Lavo praticamente todos os dias e pelo menos trêz vezes na semana faço hidratação. Não uso uma linha específica, gosto de usar e testar várias marcas. Uma das que mais gosto tem resenha aqui no blog, é a da Ivia, Cachos Control - meu cabelo fica muito bonito com essa. Tento fazer umectação noturna a cada quinzena e as vezes cuido no salão. Faço hidratação caseira e uma das que mais gosto é mel + óleo de coco. 

6. Como está sua relação com o visual agora? 
Agora eu estou me amando mais que antes. Sério. Aprendi a gostar de verdade do cabelo totalmente natural e quando aprendi a cuidar tudo melhorou. O meu trabalho nos cuidados não diminuiu, na verdade, aumentou. No entanto é um alívio chegar em casa e poder lavar sem me preocupar, é muito bom molhar na chuva sem ter paranoia de que está feio, posso sair sem grandes dilemas porque a raiz está alta. São inúmeras vantagens e, apesar de amar cabelo longo, estou curtindo muito esse curtinho - o mais curto que já tive. Para quem me pergunta se vale a pena fazer o BC, podem ter certeza que vale. É uma experiência bem difícil principalmente se você for apegada ao cabelo, só que como minhas amigas dizem: "a vida é muito curta para ficar em transição". Coragem!

falando sério

Feliz Natal | Amor Para Todos

09:00

Miau! Hoje o post é um dos clássicos de final de ano, sobre o Natal. Adoro essa data por trazer o clima de "hoje é festa", trocar presentes, de juntar toda a família e confraternizar, das pessoas desejarem paz, amor, felicidade e tudo que há de bom. Natal é dia de lembrar do nascimento de Cristo por parte daqueles que como eu, acreditam.


Talvez esse senso comum de que Cristo nasceu para nos salvar traz a esperança no nosso coração. É uma das poucas datas que podemos ver de fato todos em busca do que há de melhor no ser humano e isso é lindo. Além disso, é uma data que inspira, nos faz querer ser bom. O Natal também reúne as famílias, faz com que todo mundo fique juntinho, sempre rola amigo secreto, troca de presentinhos e quase sempre traz histórias que ficam para sempre - de vez em quando tem umas brigas, mas faz parte. Vale lembrar da comida MARAVILHOSA que só é feita no Natal, não consigo entender porque deixamos as melhores receitas para um único dia.

Que nosso dia - hoje e sempre - seja repleto de felicidades e alegrias! E que ainda assim tenha espaço para lembrar de que há pessoas que precisam do amor, que infelizmente não vão estar com a família e que provavelmente não vão ter uma ceia gorda com direito a roupinha nova. Vamos usar esse sentimento de compaixão que aflora nessa época realmente para o bem, olhar para o lado! Doações são sempre válidas, podendo ser comida, roupa e até mesmo a presença física. Escolha nesse Natal uma instituição para doar ou leve o que puder até alguém que precisa. O importante é ajudar sem olhar a quem. Afinal, o Natal é uma data em que TODOS merecemos ser felizes! E que seja Natal todos os dias <3 Beijinhos, @jumaynart 



bc

Transição Capilar | Lidando com as consequências parte 2/3

16:28

Miau! Antes de tudo quero agradecer muito pela repercussão da parte 1, vocês nem imaginam a felicidade que eu tive em saber que tá sendo útil para muita gente. Nessa parte 2 vou falar mais sobre o desastre que foi minha primeira transição, como eu lidei com o maior corte químico que já tive e como eu resolvi parar de alisar de vez.


No post anterior eu terminei falando sobre o corte químico que foi o decisivo para largar os alisantes. Então, nesse corte eu estava justamente tentando cachear com amônia usando bigundinho, o que claramente não deu certo. Eu tinha uns 16 anos, quase 17, e meu cabelo estava num comprimento médio, além de alisar tinha inventado de colorir o fundo - que foi a época mais feliz de todas, morro de saudades do meu vermelhinho

Passei 01 ano com o cabelo colorido no fundo que misturado com os produtos detonou bastante, nesse período eu viajei e ai não tive cuidado nenhum, hidratação nenhuma e só me restou cortar o cabelo na volta. Na época tava passando uma novela e eu me apaixonei pelo corte da Sophie Charlote. Bem plena, fui na cabeleireira e cortei igual - para minha sorte ficou maravilhoso!

Esse foi de longe um dos cortes que mais gostei (e usei por muito tempo). Até que resolvi tentar cachear com bigudinho, o cabelo já estava mais forte e achei que não teria problema. O que aconteceu de fato foi que o cabelo caiu e não foi pouco. A cabeleireira chorou, um corre corre no salão, e eu sem nem saber o que tava acontecendo, foi ai que veio a bomba "vamos precisar cortar seu cabelo". Para a surpresa de todos, principalmente de minha mãe, eu não me importei com o fato de ter que cortar o cabelo bem curto, fiquei com um Chanel muito estiloso e segui a vida.
(Desculpem pela qualidade da foto, juro que procurei por uma melhor)

A vida não seguiu tão tranquilamente assim. Nas fotos não dá para perceber, mas a parte de trás estava um cotoquinho, meu cabelo nem parecia que teve volume algum dia porque foi muito grave. Ninguém podia passar a mão no meu cabelo, porque caíam uns tufos, banho de piscina era impossível porque o cabelo molhado ficava ainda mais fraco, ou seja, foi uma bagaceira. Nesse momento eu vi que tava na hora de dar um basta na situação, parei com a amônia, migrei para um produto um pouco mais fraco para "baixar a raiz". Consegui recuperar meu e ai começou minha fase falsa cacheada.



Aqui em Salvador tem um salão especializado em cabelo cacheado e crespo. Uma amiga minha frequentava e me indicou, fui lá fazer um teste e o cabelo aguentou e ficou com o cacho lindo, o resumo da ópera vocês já imaginam: cacheei com amônia. Diferente de todas as outras vezes, o cabelo REALMENTE cacheou!! Foi uma felicidade sem tamanho, eu já estava na faculdade, meus colegas falaram como ficou lindo e toda aquela agonia de "tá tão mais bonito com os cachinhos"... Repeti esse processo por mais duas vezes e na última vez percebi que o cabelo estava voltando a ficar fraco e que sai de uma "escravidão" para outra, resolvi entrar novamente em transição. 

A grande diferença dessa segunda transição para a primeira era que meu cabelo já estava com cachos. Foi muito mais fácil para lidar com a raiz e com o que eu via no espelho, eu também estava mais madura, tinha outro pensamento. Mesmo com o desejo de deixar cachear de forma natural, não tinha abandonado as químicas mais fraquinhas para "soltar os cachos". Posso dizer que já estava feliz com a forma que meu cabelo estava, os cachos eram como eu sonhava, estava de novo macio, bem cuidado, mas tinha uma coisa que me incomodava de forma absurda que eram as pontas lisas.

Eu detestava o fato das pontas ficarem super lisas e o restante do cabelo cheio. Encontrei outro salão especializado em cabelos cacheados e crespos que usa um tratamento bem natural para definição e já falei dos produtos aqui nesse post. Amadureci um pouco mais o sentimento de "perder" meu cabelo, já pensava em fazer o big chop (BC) e criei coragem para agora em novembro/2016 cortar toda a parte que ainda tinha resquício de químicas. Meu BC e tudo como lidei com ele vai tá aqui no blog na parte 3 - a última dessa saga da transição. Espero que essa parte 2 ajude vocês tanto quanto a primeira! Beijinhos @jumaynart <3 

bc

Transição Capilar | Como tudo começou Parte 1/3

20:30

Miau! O post de hoje é muito especial para mim porque é algo que tenho vontade de trazer ao blog faz tempo. Depois de tanto enrolar, ficar indecisa, resolvi contar sobre minha transição capilar e falar um pouco sobre o temido BC


Nessa primeira parte eu posso dizer que quando criança eu tinha cachinhos lindos, mas, como toda pré adolescente boba que se deixa levar pelos modismos, eu fiquei super insatisfeita com o volume que meu cabelo tinha. Então, assim que menstruei, consegui fazer meu primeiro relaxamento com amônia. Meu cabelo sempre foi do tipo 3C e lembro que eu fiquei me achando a diva com um cabelão e os cachos mais soltos como o 3A. Com o tempo e mais processos, ele foi perdendo tanto o brilho quanto a elasticidade do fio - para piorar a situação eu penteava com pente fino e sempre para reduzir o máximo de volume que dava.

Eu devia ter uns 10 anos quando fiz esse primeiro relaxamento e depois disso não parei mais de colocar química. Enquanto estava soltando os cachos eu achava bem tranquilo, até que um belo dia com uns 12 anos eu fui num salão e a cabeleireira disse que não alisaria o fio... Acontece que a bonita achou meu cabelo muito cheio e para diminuir o trabalho dela, ela primeiro tacou um produto que até hoje eu não sei qual foi e em seguida fez progressiva, resultado? Meu cabelo não formou mais nenhum cacho.  

Não vou mentir que na época eu amei, fiquei parecendo uma índia, vivia balançando o cabelo e apesar de parte da família não concordar com minha decisão, eu continuei alisando. Isso continuou por muitos anos, até que com uns 15 anos eu comecei a me cansar dos cortes químicos que eram frequentes e de ser "escrava" da prancha. Então foi ai que resolvi entrar na transição que nem se chamava assim, era apenas um "vou parar de alisar", não tinha tanta informação como tem hoje, não tinham tantas garotas para se inspirar e ver alguém de cabelo cacheado ou crespo na tv? Quase um milagre.


Por essa falta de incentivo externo e a tão falada representatividade, não tive paciência e quis adiantar o processo natural. Como? Deixei a raiz crescer 3 meses como de costume e então fiz o que chamavam de "progressiva afro", nada mais é do que usar o produto do relaxamento e colocar os bigudins para formar os cachos. CLARO que o resultado não é maravilhoso, ainda mais se o cabelo estiver alisado para voltar a cachear. Mas, para o que tava, foi o suficiente para eu rever meus cachinhos depois de tantos anos que eu nem lembrava como ele tinha sido um dia.

Esse período foi o que mais senti medo da opinião das outras pessoas. Eu já não tinha uma auto estima tão alta assim, tinha vários complexos com meu peso e aparência e ai do nada aparecer com o cabelo com várias texturas era um pesadelo. Então a minha primeira tentativa de transição foi de longe a pior e como se pode imaginar, eu desisti no início ainda e voltei a usar o cabelo chapado por mais 2 anos até o momento que ele partiu e eu fiquei com um corte Chanel. Considero esse momento como o decisivo para minha mudança que é visível hoje e esse capítulo fica para o próximo post! Vou aguardar todos vocês aqui, participem pelos comentários ou pelo instagram @jumaynart. Beijinhos!

OBS: Esse post vai ser divido em três partes por conta da quantidade de fotos e a dificuldade de encontrar/reunir todas elas <3
OBS: BC= Big Chop = Grande Corte. É quando cortamos a parte alisada do cabelo para ficar apenas a natural.
 

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